segunda-feira, 20 de abril de 2015

TEMPESTADES DA VIDA



(Mc 4.35-41)descrevem uma tempestade no mar da Galiléia…
 Aprendamos que estar a serviço de Jesus não livra os seus servos de enfrentarem tempestades. Encontramos aqui os doze discípulos de Cristo na senda do dever. Eles estavam seguindo obedientemente a Jesus, por onde quer que Ele fosse. Acompanhavam-no no seu ministério e prestavam atenção às suas palavras. Testificavam diariamente ao mundo que, sem importar o que pudessem pensar os escribas e os fariseus, eles criam em Jesus, amavam a Jesus e não se envergonhavam de haverem desistido de tudo por amor a Ele. Porém, vemo-los a enfrentar dificuldades, sendo jogados de um lado par outro, por uma tempestade, em perigo de submergirem. 
Frisemos bem essa lição. Se somos cristãos autênticos, não devemos esperar que tudo corra suavemente, em nossa jornada para o céu. Não devemos estranhar se enfrentarmos enfermidades, perdas, privações e desapontamentos, como qualquer outra pessoa. O perdão gratuito, a absolvição total, a graça divina durante o percurso neste mundo e a glória final – tudo isso o nosso Salvador prometeu nos dar. Todavia, Ele jamais prometeu que nunca teríamos aflições. Ele nos ama muitíssimo para prometer-nos tal coisa. Mediante as aflições, Ele nos ensina muitas outras lições preciosas, que não poderíamos aprender de outra forma. Mediante as aflições, Ele nos mostra o nosso próprio vazio e fraqueza, atraindo-nos para o trono da graça, purificando os nossos afetos, desprendendo-nos deste mundo, fazendo-nos ansiar pelo céu. Na manhã da ressurreição, certamente diremos: “Foi-me bom ter eu passado pela aflição” (Salmo 119.71). Então, agradeceremos ao Senhor por todos os temporais.

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