quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Parabolando #14 - Gandalf




             Olórin recebeu vários nomes: Mithrandir para os elfos, Tharkûn para os anões e Gandalf para os homens. Ele é um mago Istari da raça dos Maia, que são espíritos angelicais na mitologia de Tolkien. Foi um dos Istari enviados a Terra Média para aconselhar os homens e impedir que a escuridão retornasse ao mundo. O grande porém da vinda dos istaris estava no fato de que não poderiam ser vistos em todo o esplendor de sua forma, necessitando virem em forma humana até a Terra Média. Olórin foi um dos cinco istari enviados, mas foi o único que permaneceu fiel a sua missão até o final. Auxiliou a liga de anões que derrotou o último dos Grandes Dragões da Terra Média que poderia ser utilizado por Sauron na Guerra do Anel e foi decisivo na missão da Sociedade do Anel para a destruição do Um Anel.
                Em sua Batalha com o Balrog (um demônio remanescente da Primeira Era da Terra Média) acaba morrendo, mas é enviado de volta para concluir sua missão, mudando seu nome de Gandalf o Cinzento para Gandalf o Branco. Entre as muitas surpresas deste poderoso mago Maia, estava a sua fixação pelo povo mais frágil de todo o mundo: os Hobbits. Menores que os anões, sem habilidades especiais, Gandalf os amava muito e sempre dizia que eles tinham uma força interior que superaria a das outras raças maiores e mais fortes que eles. Após as jornadas do Hobbit e do Senhor dos Anéis, todos puderam saber que ele estava certo. Após a Guerra do Anel, retorna para Valori levando Bilbo e Frodo consigo, pois ficaram doentes por carregarem o Um Anel.
                Dentro da fé cristã, um dos elementos que Tolkien utilizou para escrever sua obra na década de trinta, também existe Alguém que foi enviado a Terra para aconselhar, ensinar e cuidar da humanidade. Que também morreu e ressuscitou para concluir Sua missão para restaurar o bem e eliminar o mal. Não pudemos ver todo o Seu esplendor, pois não suportaríamos, Ele veio a Terra na forma humana e como Gandalf, Ele também é apaixonado pela humanidade, mesmo sendo fraca, falha e não tendo nada que possa agradá-Lo. Mesmo assim, confia em nossa missão e nos apoia incondicionalmente.
                Seu nome é Jesus Cristo, e diferente de Olórin, Ele não é uma ficção. Ele está vivo e é o mesmo, ontem, hoje e sempre!

Referências Bíblicas:
Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Hebreus 2:9

Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente. Hebreus 13:8

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.João 1:14

Pastor Eduardo Medeiros

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