sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Papo 100 Censura #13 - O Amor do Pai



Boa tarde a todos vocês, nesta sexta-feira abençoada e bela como nunca pudemos contemplar antes! Neste dia gostaria de dar uma pausa nos assuntos densos e pesados que procuramos tratar aqui nesta coluna de modo a tentar lançar luz em lugares escuros de nossas almas, respondendo a questões difíceis da maneira mais direta possível. Esta é a nossa proposta com esta coluna.

Hoje gostaria de contar um pouco da experiência que tenho vivido nos últimos doze dias desde que pude ouvir o choro de um "serzinho" de 3,060 kg e 49 cm de altura e desde este momento, pude ter certeza de que minha vida não seria nunca mais aquilo que tinha sido até então.

Eu e minha amada Meiry somos casados a quase 11 anos e de certa forma nos preparamos para esta experiência, porém nenhum curso, leitura ou estudo poderia mostrar ou descrever a magnitude de se ter uma criança totalmente indefesa em seus braços, totalmente dependente de você para comer, se aquecer ou ser limpa. A partir da chegada de nosso filho Joshua, nossa vida mudou radicalmente de perspectiva, pois agora não pensamos mais em nosso bem estar, mas sim no dele.

De maneira instantânea, pude entender o que anos de estudos de teologia não puderam me ensinar: a lógica ilógica do Amor de Deus por nós. Diante de Deus somos como crianças que são extremamente dependentes Dele e de Seu amor e cuidado para sobrevivermos, nos sentirmos seguros, limpos e alimentados. Porém após um tempo especial o qual costumamos chamar de "primeiro amor", esfriamos e nos tornamos independentes e queremos andar com nossas próprias pernas sem a ajuda de nosso Pai amoroso. O resultado? Ainda não somos capazes de nos mantermos sozinhos, então começamos a definhar, pois não conseguimos nos alimentar espiritualmente, pois assim como o leite materno é produzido e transmitido através da intimidade entre a mãe e o bebê, nossa intimidade com Deus é a chave que abre o Reino de Deus sobre nossas vidas. Também não somos capazes de nos limparmos sozinhos, então começamos a perder nosso caráter e a santidade que nos mantinham limpos todas as vezes que pecávamos, o Senhor vinha ao nosso coração arrependido e lançava fora toda a nossa dor e desgosto. 

O primeiro amor só deixa de ser o primeiro quando é substituído por outros amores que não o Senhor, então estamos em tempo de buscá-Lo e colocá-Lo no Seu lugar de honra em nossos corações. Que possamos voltar a crer e confiar como um bebê que confia no amor de seus pais para protegê-lo de todos os males e problemas que possa enfrentar. Que nosso crescimento seja saudável e que cada adversidade possa nos levar para mais perto de Deus.

A oportunidade de ser pai e mãe é uma responsabilidade enorme dada por Deus para que possamos preparar a próxima geração que nos substituirá no futuro. Por esta razão, tome muito cuidado com seus relacionamentos amorosos e namoros que não tenham o matrimônio como objetivo, pois a vida de nossos filhos é nossa responsabilidade. Antes de se entregar ao primeiro ou primeira aventura, pense nas consequências eternas e nas terrenas... As consequências acompanharão você por toda a sua vida!

Para concluir, uma imagem de minha inspiração para a coluna de hoje!


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